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Livro 1: Divergente (Divergent)


O novo Jogos Vorazes!

e foi assim que essa trilogia foi apresentada a mim, sendo esse o maior motivo para eu adiar tanto essa leitura, não costumo gostar de imitações e essa infeliz frase quase me fez não querer nem chegar perto de nada que tivesse a ver com a trilogia de Veronica Roth. Mas me rendi e dei uma espiada (após abandonar a primeira tentativa de leitura) e até a metade do livro, a história conseguiu ser exatamente aquilo que eu esperava, CHATO!! não me conquistou nem um pouco, mas com uma certa insistência consegui me agradar com a história de um modo que eu nem percebi,  mudei todos os meus pré-conceitos que eu tinha com a trama e passei a gostar dela e muito. A personagem Tris conseguiu ganhar pontos comigo graças a sua divergência. Com muita ação e pancadaria Divergente esta ganhando um espacinho na minha lista de favoritos. Continuações, aqui vou eu o/


Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.

E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

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